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Como obter capital de giro, mesmo com restrição de crédito

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Mesmo em condições normais, no universo das micro e pequenas empresas, não é fácil manter o equilíbrio das contas e saldar os compromissos de curto prazo. Quando surge uma crise, como esta da pandemia do coronavírus, por mais que o empreendedor se esforce, a situação pode se tornar crítica e envolver até mesmo restrições de crédito. E então surge a pergunta: como conseguir capital de giro urgente para que o negócio sobreviva?

“As empresas com restrição costumam encontrar dificuldades na hora de pedir um empréstimo a um banco para manter o capital de giro. Felizmente existem outras opções”, explica Felipe Avelar, CEO da Finplace. A saída pode ser a busca de uma linha de crédito oficial por meio de agentes financeiros credenciados pelo BNDES, oferecer ao banco um bem como garantia ou ainda negociar com uma fintech – opção bem menos burocrática.

“Uma alternativa viável é a antecipação de recebíveis, que é um meio rápido e prático de conseguir o capital de giro indispensável para manter a empresa ativa, mesmo quando há restrição de crédito no Serasa ou em instituições bancárias”, lembra o CEO da Finplace. Na antecipação de recebíveis, uma fintech como a Finplace adianta à empresa o que esta deveria receber de um cliente em uma data futura. Para isso, basta a apresentação de notas fiscais, cheques ou vendas em cartão de crédito, entre outras garantias.

O ideal, porém, é manter uma reserva para o capital de giro e não deixar que a empresa fique com restrição de crédito. Para isso, planejamento e equilíbrio são essenciais. As dívidas fazem parte do negócio, para investimento em expansão, em emergências ou para garantir o fluxo de caixa, e o mais importante é saber administrar os compromissos, com os pés no chão, para que não saiam do controle.  

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