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O Open Banking dá poder ao correntista e impulsiona fintechs como a Finplace.

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A implementação do open banking começou em agosto de 2021 e terá sua última fase até dezembro. Até lá, clientes de diversos bancos poderão compartilhar seus dados para outras instituições financeiras se quiserem.

 

A iniciativa do Banco Central tem como objetivo fazer com que o mercado se torne mais competitivo, e os clientes possam migrar de banco de uma forma mais fácil, comparando e agilizando determinados serviços. Além disso, estima-se uma maior entrada dos brasileiros no sistema financeiro.

Com o open banking, os produtos oferecidos pelos bancos terão maior afinidade com o cliente.

 

Open bankingEm matéria para Estadão, Terra e Portal da Economia, Felipe Avelar, CEO da Finplace, compara o open banking a um marketplace de crédito. Afinal, assim como na plataforma financeira da Finplace, no novo sistema do governo, o consumidor terá ao seu dispor diversas instituições financeiras para negociar prazos e taxas que melhor se adequem à sua realidade.

 

“Ao final, quem fizer a tratativa mais vantajosa para o cliente, fecha o acordo”, explica Avelar.

 

Ao invés de manter a lógica antiga dos bancos terem o poder do crédito e dificultarem o processo para as empresas, em especial de pequeno e médio porte, agora o empresário ou correntista é quem permite qual organização terá acesso a seus dados e com qual fará negócio.

 

A pessoa que procura crédito terá maior facilidade de procurar novas opções em diferentes bancos de maneira digital e prática, sem existir a preocupação da tomadora de crédito ser devedora ou estar negativada.

 

Essa lógica é exatamente como a plataforma financeira Finplace funciona. Uma forma fácil, gratuita e rápida de democratizar o acesso ao crédito para quem antes tinha dificuldades de conseguir antecipar recebíveis ou pegar empréstimo para empresas.

 

As fintechs de concessão de crédito já vêm crescendo consideravelmente no último ano, o que significa que os brasileiros estão confiando cada vez mais nessas soluções digitais. “Somente quando consolidarmos a nova estrutura econômica e realizarmos maiores números de operações, contribuindo com a sociedade, teremos plena aceitação e diversidade de escolhas”, acredita Felipe Avelar.

 

Caso queira ler uma das matérias na íntegra, clique no meio de sua preferência: Estadão, Terra e Portal da Economia.

 

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