Patricia Rechtman, cofundadora da Finplace, mostra como criar diversidade nas empresas em matéria no CanalTech.

Imprensa

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A inclusão e diversidade passaram a ser essenciais em toda empresa atualmente, e Patricia Rechtman, head de Marketing e cofundadora da Finplace, enfatiza que esses negócios precisam acompanhar essas mudanças, seja por pressão social ou preocupação genuína.

 

Em seu novo artigo para o CanalTech, Rechtman expõe como pode ser difícil colocar esse desejo de implementar a diversidade na prática, mas traz soluções. Afinal, dando um passo de cada vez e criando uma base sólida para um ambiente mais justo, é possível fazer esse futuro tão desejado, presente. 

Cartilhas podem ser uma ótima ferramenta de conscientização.

Para começar, é importante criar um manual de inclusão, um documento de linguagem simples e explicativa que dê direcionamentos de ações e falas para que colaboradores e gestores estejam cientes dos valores da empresa, mas também aprendam a praticá-los e conheçam mais sobre outras realidades e experiências. 

Patricia Rechtman, cofundadora da Finplace mostra como criar diversidade nas empresas em ser artigo no CanalTech.

Na Finplace, por exemplo, existe o Comitê da Empatia, uma equipe dentro da empresa formado para expandir valores como diversidade e respeito, criando cartilhas e incentivando palestras e projetos que discutam abertamente sobre lideranças femininas, racismo, LGBTQIfobia, etarismo, PCDs, entre outros.

 

A base da diversidade está na prática genuína.

 

No entanto, “se a empresa não põe em prática as ideias que estão no papel, os funcionários não se convencerão de sua importância e de sua sinceridade”, segundo Patricia Rechtman. Por isso, é preciso encontrar formas de incorporar esses ideais no cotidiano, monitorando comportamentos e exigindo engajamento. 

 

Mais do que isso, para criar um local de acolhimento às diferenças, é preciso mostrar zero intolerância à discriminação ao mesmo tempo que tomam-se medidas educativas para criar um ambiente autossustentável com o passar do tempo. Afinal, como diria Rechtman em seu texto, está na hora das “startups [começarem] a adotar um comportamento social tão avançado quanto […] suas conquistas tecnológicas.”

 

Caso queira conhecer os outros conteúdos de Patricia Rechtman, confira no site do CanalTech

 

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